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Coleção A Força da Floresta

As luminárias da Coleção estampam os Kenês, grafismos que representam de animais e elementos da natureza, em composição com a tecnologia contemporanea e acabamentos da La Lampe, uma das maiores empresas do setor no país.

LUMINÁRIAS (KENÊS DE LUZ)

Esses objetos vem na forma de uma denúncia, propondo uma nova forma de se relacionar com o fazer , produzir e o consumir. É o resultado de uma aproximação que parte do imaterial , o espiritual, o respeito que resgata saberes.

Na mitologia Yawanawá, as araras levavam as mensagens nos seus cantos de saudade e esperança. As luminárias agora assumem o seu papel de mensageiras. Cantam como as araras , a esperança de um futuro mais humano para as relações, para as alianças e para um desenvolvimento profundo, com resgate das raízes ancestrais, trazendo a cura de uma memória baseada na exploração e na separação do TODO.

Esses objetos tem a função de comunicar e abrirem o caminho para um movimento sistêmico de fazeres através de contos que foram passados de avô para pai, de pai para filho, como na tradição oral dos povos indígenas, a única possibilidade de permanência da cultura, como um TODO.

PEÇAS COMERCIAIS

(Jiboia G) Criado com a intenção de representar um dos animais mais sagrados e de maior sabedoria segundo os Yawanawá. Foi tecida uma malha de miçangas com 2,20m de comprimento e 0,80m de largura com uma estampa de tons degradê de azuis, verdes e marrons representam mirações recebidas pelos Yawanawá através de rituais sagrados.

(Jiboia P) Uma trave de Pupunha (madeira típica da região) esculpida a mão é o suporte deste Kenê de Luz. Onze Jibóias de miçangas de aproximadamente 1,20m penduradas nesta trave conferem a esta peça a atmosfera e o movimento deste réptil na floresta. A estampa simboliza a cabeça e o corpo da jibóia.

(Ninho do Japó) A equipe de design resgatou junto aos artesãos uma técnica de trançado de miçanga, semelhante a uma rede para criar o Kenê de Luz”. Um gigantesco cesto tramado de miçangas que sustenta 15 lâmpadas baloon. Essa lenda Nãwaruku conta o início dos povos Nawá que nasceram através de uma flechada em uma maçã dentro de um cesto de palha, após essa flechada surgiram todos os povos com seus cocares, cada um representando um animal como os Yawanawá, Kaxinawá, Jaminawa, Kuntanawa, Puyanawa e Shanenawa.

(Cesto) Uma estrutura com traves de pupunha, palmeira existente em abundância na região, com suas intersecções entrelaçadas por nós e uma delicada trama de miçangas feito a mão que suporta uma lâmpada. Este desenho representa o kene borboleta como representação da interação de transformação e resgate do povo com sua cultura ancestral.

(Tripé) Um tripé que utiliza os mesmos materiais (naturais) das flechas de caça e pesca dos Yawanawá, é o suporte da lâmpada deste modelo de Kenê de Luz, o “Tripé Flecha, composto por três varas ou flechas encaixadas em uma fatia de um fruto da região chamado Cocão. Esta fatia em sua estrutura natural possui 3 furos, nos quais foram encaixadas as varas. O giro das varas na fatia de cocão abre o tripé e estrutura o conjunto.

(Floresta) A representação da floresta, da árvore sagrada, com suas nuances de cores nos tons de marrons e verdes se aliam ao azul do céu em um conjunto de mais de 200 peças tramadas a mão. A união destes elementos formam a massa visual da Floresta Sagrada.

 

peças conceituais

(Jacaré G e P) O Jacaré, representa a ponte e ao mesmo tempo a separação dos povos do tronco linguístico pano, para essa lenda foram criadas duas peças de tamanhos diferentes, os Jacarés KAPE e KAPEMIXTIHU (um grande e um pequeno). Estas peças foram confeccionadas com tiras de Canarana, deixando as peças leves e muito contemporâneas, utilizando técnicas tradicionais de construções das tipologias de moradias Yawanawá.

(Oca) Foram criadas duas peças majestosas e experimentais; o shuhu oval e o shuhu redondo, para esta criação, iniciamos com uma investigação de matérias primas existentes na floresta, a fim de conhecer possíveis materiais, fomos guiados por jovens da aldeia. O intuito foi construir uma estrutura de luminária que representasse as antigas moradias tradicionais Yawanawá, povo que está em contato com o homem branco há aproximadamente 150 anos. Como essas moradias não fazem mais parte de suas memórias, mesmo dos anciãos, nosso intuito foi construir e resgatar essas técnicas construtivas estimulando uma grande conexão com as suas raízes.Nesta peça utilizamos na estrutura canarana e palhas de envira e buriti na cobertura das luminárias, fibras muito utilizada pelos índios em vestes e artefatos.

(Cocar) A força do Cocar dos Yawanawá, um símbolo sagrado do povo, foi representado através de uma enorme estrutura de cipó e palha, confeccionada por Vinnya, responsável pelo movimento de resgate da cultura e da arte de fazer cocares.Um objeto de luz que ecoa a magia dos rituais sagrados.

FICHA TÉCNICA

Concepção e Direção
Marcelo Rosenbaum

Direção Executiva
Adriana Benguela

Design de Produto
Rosenbaum® – Marcelo Rosenbaum
Fetiche Design – Carolina Armellini e Paulo Biachi
Nada Se Leva – André Bastos e Guilherme Leite Ribeiro

Direção de Arte e Design Gráfico
Fabiana Zanin

Fotos Processo
Lucas Moura

Fotos Still
Thiago Calazans

Textos
Lydia Vainer

Tradução de textos
Mariana Seixas

Pesquisa de Arquitetura
Henrique Pinheiro
Henrique Pinheiro
Bruna Riscali

Pesquisa Gastronômica
Ana Luiza Trajano

Assessoria em Gestão e Empreendedorismo
Aliança Empreendedora

Assesoria de Imprensa
Marqueterie

Participação Especial dos Empreendedores
Marcilene Lusia Barbosa – AGT Várzea Queimada/PI
Geovane da Silva Melo – AGT Parque Santo Antonio/SP

Agradecimentos Especiais
Cacique Bira e todos os moradores das Aldeias Nova Esperança e Amparo

Artesãos
Aldelícia, Adelaide, Adriana, Alderina, Alice, Ana, Angela, Arlene, Baby, Bê, Birê, Bolinha, Chiquinha, Darico, Doutor, Elem, Elessandra, Eliana, Elzilene, Érica, Feia, Gleice, Ikashahu, Íria, Itelvina, Jael, Jana, João, João Felipe, Kana Maxi, Léia, Lia, Lilda, Mª Alzira, Macirlene, Márcia, Marilene, Matsa, Matxa, Miliana, Monaline, Nãynawa, Nii, Nizete, Odete, Ozelia, Piko, Quesia, Ronaldo, Rosiane, Salete, Samire, Shatxi, Shaya, Tabita, Tamires, Tayana, Nawashahu, Txuca, Vimi, Xauka, Ika, Lainara, Baxinha, Xoka, Tina, Chico, Celeste, Sandra, Luiz, Raquel, Xutu, Kashahu, Mukura, Kagao, Izael, Bada, Brasil, Txai Marco.

Documentário A Força da Floresta
Cinegroup
Patrocinio: Sebrae
Apoio: +Globosat

Filme Kanarô
Paranoid Br

Apoio
La Lampe
Governo do Estado do Acre
SETUL – Secretaria de Estado de Turimo e Lazer do Acre

Agradecimentos aos parceiros
Marcos Lopes
Ana Bravo
Mariana Brunini
Renata Rocha
Gabriel Valdivieso
Felipe Milanez

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